terça-feira, 31 de julho de 2007

Orgulho é um sentimento de satirfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal.
Culpa refere-se à responsabilidade dada à pessoa por um acto que provocou prejuízo material, moral ou espiritual a si mesma ou a outrem.
Arrependimento quer dizer mudança de atitude, ou seja, atitude contrária ou oposta, àquela tomada anteriormente.

domingo, 15 de julho de 2007

Riso é a reacção que os seres humanos demonstram em situações de humor.
Resignação, ou ainda, aceitação, na esperitualidade, na conscientização e na psicologia humana, geralmente refere-se a experimentar uma situção sem a intenção de mudá-la.
Remorso é um sentimento experimentado por aqueles que acreditam que cometeram uma acção que infringe um código moral ou que obedecem, tornaram-se, por isso, passíveis de alguma condenação, não querem sofrer tal punição e, então, se auto-condenam para fugir da condenação que iraõ sofrer.
Angústia é a senssção patológica, caracterizada por "abafamento", insegurança, falta de humor, ressentimento, dor e ferida na alma.
Gratidão é uma emoção que envolve um sentimento de dívida emotiva em direcção de outra pessoa.


Ciúme é a reacção complexa perceptível a uma relação valiosa ou á sua qualidade.
Dor é uma sensação desagradável que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destructivo actual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reacção orgânica e emocional.
Ansiedade é uma característica biológica do ser humano, que antecede momento de medo, perigo ou de tensão, marcada por sensações corporais desagradáveis.
Sofrimento é qualquer experiência aversiva e a sua emoção negativa correspondente.
Alegria é um sentimento humano de bem-estar, euforia, empolgação, paz interna.
Tristeza ou desgosto é um sentimento humano que expressa desânimo ou frustração em relação a alguém ou algo.
Paixão é um sentimento de ampliação quase patológica do amor. O acometido de paixão perde a sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele.
Amor é um sentimento oriundo da afinidade intelectual, da afinidade de interesses, da admiração sobre a personalidade alheia, do nível comparativo de utilidade da própria personalidade e sua consequente reafirmação.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Amizade é um relacionamento humano que envolve conhecimento mútuo, estima e afeição.
Coragem é a habilidade de confrontar o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou intimidação.
Medo é um sentimento que é um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente.

domingo, 8 de julho de 2007

Vingança consiste na retaliação contra uma pessoa ou grupo em resposta a algo que foi percebido ou sentido como prejudicial.
Raiva é um sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração, contra alguém ou alguma coisa, que se exterioriza quando o ego sente-se ferido ou ameaçado.
Ódio é um sentimento de profunda antipatia, desgosto, aversão, inimizade ou repulsa contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objectivo.

sábado, 7 de julho de 2007

Sentimento, de forma genérica, são informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam.Emoção, numa definição mais geral, é um impulso neural que move um organismo para a acção.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

A desilusão

Vamos pela vida intercalando épocas de entusiasmo com épocas de desilusão. De vez em quando andamos inchados como velas e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões - mais frequentes do que as outras - estamos murchos como folhas que o tempo engelhou. Temos períodos dourados, em que caminhamos sobre nuvens e tudo nos parece maravilhoso, e outros - tão cinzentos! - em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser belo.
Acontece-nos a todos e constitui, sem dúvida, um sinal de imaturidade. Somos ainda crianças em muitos aspectos.
A verdade é que não temos razões para nos deixarmos levar demasiado por entusiasmos, pois já devíamos ter aprendido que não podem ser duradouros.
A vida é que é, e não pode ser mais do que isso.
Desejamos muita coisa, pensamos que se a alcançarmos obtemos uma espécie de céu, batemo-nos por ela com todas as forças. Mas quando, finalmente, obtemos o que tanto desejávamos, passamos por duas fases desconcertantes. A primeira é um medo terrível de perder o que conquistámos: porque conhecemos o que aconteceu anteriormente a outras pessoas em situações semelhantes à nossa; porque existe a morte, a doença, o roubo...
A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito: sucede que aquilo que obtivemos perde - lentamente ou de um dia para o outro - o encanto. Gastou-se o dourado, esboroou-se o algodão das nuvens. Aquilo já não nos proporciona um paraíso.
E é nesse momento que chega a desilusão, com todo o seu cortejo de possíveis consequências desagradáveis: podem passar-nos pela cabeça coisas como mudarmos de automóvel ou de casa, divorciarmo-nos. E, então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo: queremos voltar a amar.
Nunca mais conseguimos aprender o que é o amor.
Se nos desiludimos, a culpa não está nas coisas nem está nas outras pessoas. Se nos desiludimos, a culpa é nosse: porque nos deixámos iludir. Uma ilusão - há quem ganhe a vida a fazer ilusionismo - consiste em vestir com uma roupagem excessiva e falsa a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é.
Quando nos desiludimos não estamos a ser justos com as pessoas nem com as coisas.
Nnenhumapessoa, nenhuma das coisas com que lidamos pode satisfazer plenamente o nosso desejo de bem, de felicidade, de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas (só a ilusão pode, temporariamente, fazer-nos ver nelas a perfeição). Depois, +porque não são incorruptíveis nem eternas: apodrecem, gastam-se, engelham-se, engordam, quebram-se, ganham rugas...terminam.
Aquilo que procuramos - faz parte da nossa estrutura, não o podemos evitar - é perfeito e não tem fim. E não nos contentamos com menos de que isso. É por essa razão que nos desiludimos e que de novo nos iludimos: andamos à procura...
De resto, se todos ambionamos um bem perfeito e eterno, ele deve existir. Só pode acontecer que exista. Mas deve ser preciso procurar num lugar mais adequado.